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Quando era miúda também eu passei muitas e muitas horas à beira-mar, de rabo para o ar, a apanhar toda a espécie de conchas, conchinhas, búzios e pedras que me aparecessem à frente. Para chatice dos meus pais, queria sempre levar tudo para casa. Claro que nunca se guardava nem metade, a não ser que fosse uma concha gigante de uma qualquer praia algarvia para nos lembrar das férias até ao ano seguinte. Agora sofro o mesmo com o Mateus. Como é que consigo convencê-lo de que não vale a pena apanhar 45733 conchinhas para oferecer aos amigos porque, basicamente, ninguém quer saber? Enfim. Se calhar até devia incentivar a apanha de conchas, porque diz que é moda andar com concharia em tudo quando é roupa e acessório. Ora espreitem.