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Eu não sei muito bem como é que isto aconteceu, mas o Mateus vai para a escola este ano. Juro, parece que entrei numa máquina do tempo e saltei directamente de 2013 para 2019, sem paragem na estação de serviço de Cantanhede para uns rissóis de leitão. Como assim, o miúdo vai para a primária? Estou em negação. Ele nasceu ontem, é um bebé e de repente querem pô-lo a ler e a fazer contas? Socorroooooo! Enfim, tenho até Setembro para me convencer desta realidade. Na verdade, já ando a mentalizar-me, porque na escola onde está o Mateus já começou a aprender a ler e a fazer alguns cálculos matemáticos. Há uns tempos fomos ao dia dos pais e eu fiquei boquiaberta com a quantidade de matéria que os miúdos já aprenderam desde o início do ano, mas a professora garantiu-nos que foi tudo dado com muita calma e sempre com muita brincadeira pelo meio. E quando lhe perguntei se devíamos “estudar” com o Mateus em casa disse-me logo que não, que em casa é para brincarem. Óptimo.
Não sou nada dessas mães que querem ter os putos a ler Doistoévski aos cinco anos (em russo), mas acho importante que aquilo que eles aprendem na escola vá sendo cimentado em casa, só para garantir que não se esquecem. Não sento o Mateus à secretária, não o obrigo a ler a gramática, mas fazemos alguns jogos básicos, sobretudo quando vamos no carro e ele precisa de ser entretido para não ir o caminho todo a perguntar “já chegámos? Já chegámos? Já chegámos?”. O mais básico é o “então e palavras começadas por A? E por “o”? E assim sucessivamente. 
Acho que enquanto eles são pequenos a componente lúdica tem sempre de sobrepor-se à educacional, sob pena de eles nos quererem matar ou de quererem dar fogo à escola assim que chegarem à primária e já não poderem ver letras e números à frente. Tem de ser tudo com muita calma, sem os chatear muito, que sabe Deus a rapidez e a intensidade com que as criancinhas se aborrecem. Se sentirem a coisa como uma obrigação, mandam-nos logo dar uma volta (ou começam a bufar e a revirar os olhos), por isso o truque é meter muita brincadeira pelo meio. E acreditem que eles aprendem, fica sempre lá qualquer coisinha.
Se a vossa criançada também está prestes a entrar para a escola ou se já mostra interesse em aprender estas coisas, acho que vão gostar da colecção As Letras e os Números, que vai estar à venda com a Sábado e o Correio da Manhã, ou então online neste site, já a partir de amanhã. Cada número é composto por um conto ilustrado à letra inicial do nome do animal protagonista do conto (com jogos e exercícios no final), um animal de madeira, e uma letra, número ou forma geométrica, também de madeira. A ideia é que os miúdos – entre os dois e os cinco anos -, aprendam o abecedário, os números e as formas básicas enquanto brincam e se divertem, quase sem darem por isso. A colecção foi desenvolvida por uma equipa de especialistas pedagogos e educadores, para que, através de jogos e brincadeiras, se potencie a aprendizagem básica. E como os miúdos já não sabem viver sem a componente interactiva, há também uma aplicação para tablets que permite interagir com as figuras, já que ao pô-las no ecrã se pode ouvir o som da letra ou número e fazer exercícios. Muito fixe.
Cá por casa já lemos o primeiro conto – “Amanda quer ser astronauta” – e o Mateus adorou. O momento da leitura é sagrado cá em casa. Comecei a ler-lhe desde que era bebé e já faço o mesmo com a Benedita. Acho (ou, pelo menos, quero acreditar) que é meio caminho andando para virem a gostar de livros.
A primeira entrega tem um preço especial de lançamento de 1,95€, a segunda custa 4,95€  e as restantes 8,95€. Como sai um número por semana, é giro os miúdos irem fazendo a colecção e criando aquela expectativa de esperarem pelo número seguinte.

Post em parceria com RBA

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